O gato siamês no telhado
Sorvia o luar
Quando passou um rabo amarelo
Que ele quis investigar
O gato amarelo perseguia uma rato
Que comia papel de pizza em sua casa
Do outro lado da rua, estático
O gato preto armava tocaia.
Das sombras o gato preto deu seu susto
Quase matou o rato do coração
Assustou também o gato amarelo
Que vinha em sua direção
O gato amarelo deu um grito
O gato preto arrepiou
O rato correu pro monte de telha
E ali esperou.
Quase matou o rato do coração
Assustou também o gato amarelo
Que vinha em sua direção
O gato amarelo deu um grito
O gato preto arrepiou
O rato correu pro monte de telha
E ali esperou.
O gato siamês estava com sono
Mas resolveu ajudar
Os três cercavam o monte
E buscavam o rato com suas patas
Mas resolveu ajudar
Os três cercavam o monte
E buscavam o rato com suas patas
A vida do rato estava por um fio
E não fica por aí não
Aquele monte de telhas perto do rio
Era casa do escorpião
O rato quando percebeu
Decidiu certeiro
Voltou para mais perto do breu
Arriscou correr para seu bueiro
Passou por baixo das patas do gato amarelo
Desviou do pulo do gato pantera
Disparou para seu bueiro
O siamês o seguia em dueto
Quando galgou a rua desesperado
Um caminhão virava a esquina
Com a morte dos dois lados
Correu para inesperada calmaria
Os dois amigos lambiam o sangue
Nos olhos do siamês
O rato voltou para seu bueiro
Sob a luz da lua.
E não fica por aí não
Aquele monte de telhas perto do rio
Era casa do escorpião
O rato quando percebeu
Decidiu certeiro
Voltou para mais perto do breu
Arriscou correr para seu bueiro
Passou por baixo das patas do gato amarelo
Desviou do pulo do gato pantera
Disparou para seu bueiro
O siamês o seguia em dueto
Quando galgou a rua desesperado
Um caminhão virava a esquina
Com a morte dos dois lados
Correu para inesperada calmaria
Os dois amigos lambiam o sangue
Nos olhos do siamês
O rato voltou para seu bueiro
Sob a luz da lua.
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